Treinadoras participam de programa de capacitação promovido por SP Open, CBT e WTA
Técnicas trocam experiências e fazem mentoria com profissionais da elite do circuito no WTA da maior cidade das Américas
O SP Open, a Confederação Brasileira de Tênis (CBT) e a WTA uniram forças para promover a capacitação de treinadoras mulheres durante o evento no Parque Villa-Lobos.
O fim de semana teve um workshop do Programa de Desenvolvimento do Tênis Brasileiro, idealizado pela CBT e liderado por Luiz Peniza, capitão do Brasil na Billie Jean King Cup.
A WTA também aproveita competição para sua iniciativa de inclusão de técnicas mulheres, realizada pela primeira vez na América do Sul, com 30 participantes. O evento teve palestras da psicóloga e da fisioterapeuta da WTA, entre outros especialistas.
Além disso, três treinadoras brasileiras, Maísa Feital, Ingrid Magossi De Lucca e Marina Danzini, foram selecionadas para vivenciarem o dia a dia do SP Open, com acesso a tenistas e sendo mentoradas por técnicos de estrelas como a espanhola Paula Badosa.
“Quando elas têm essa experiência, elas acreditam que têm condições de chegar lá também. Passa muita confiança para as treinadoras”, afirmou Vivian Segnini, Manager de Player Relations da WTA.
“O SP Open apoia o programa, reconhece o seu valor e está feliz em receber as treinadoras”, acrescentou.
Segundo Vivian, em 2021, a média de treinadoras credenciadas para torneios WTA era de 4%. Já em 2025, o número aumentou para 15%.
“Elas conhecem os treinadores e mantêm contato com eles. Depois acabam recebendo propostas de trabalho. Já houve participante que se tornou capitã de Billie Jean King Cup, que chegou a treinar a Danielle Collins (ex-número 7 do mundo). São muitas histórias de sucesso”, contou Vivian.

